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10 de novembro de 2009

O “santo” ofício

No ultimo mês de Outubro estivemos na estrada na data do meu aniversário, algo que já ocorre a alguns anos decorrente da disponibilidade e prioridade das agendas e viagens. Ao comemorar os 25 anos – o que alguns comentam brincando “…é amigo, chegou a 1/3 da vida já em…” – fiquei pensando sobre um debate ocorrido nas aulas de história medieval e resolvi compartilhar com todos sobre o “provérbis”, acompanhando os textos de reflexões que a pouco tempo iniciamos aqui no blog.
Os católicos chamavam de “santo ofício” o serviço sacerdotal que fora numa época muito intensificado, principalmente nos julgamentos e inquisições do período medieval. Uso o termo em tom de descontração para levar a todos a pensar sobre o ofício que o Criador tem para cada um, e para isso preciso expor também a forma de ver universo por inteiro que Deus tem nos mostrado, haja vista o termo cosmovisão Cristã usado e explorado por muitos amigos ( veja link e textos dos irmãos de labri ) e outros “brothers” à quem Deus tem revelado esse mistério. Somos todos sacerdotes e não existe os separados para isso como entendiam os monges católicos da época. Me alegro há alguns anos quando percebo que o Senhor tem formado essa identidade inteira em muitos e que mesmo sendo um médico, advogado, político ou até ligado a arte, como é o caso dó Palavrantiga com a música, saiba exercer esse ofício e levar o Reino a todos. Poderíamos imaginar pedindo licença a toda problemática histórica que talvez os tribunais do “santo” ofício na melhor das intenções e por entender que o sacerdócio era para poucos e que esses poucos teriam que manter a ordem e os princípios morais do cristianismo cometeram equívocos devido a uma mentalidade dicotômica que os cercavam. Mas nós temos a oportunidade de assumir com muita certeza em Deus do nosso ofício e intervir no contexto social certos do lugar e da identidade a que isso aplica e conseqüentemente ver o Reino propagado.
Por isso antes de exercer o ofício, e preciso entende-lo para não cometer equívocos parecidos. Acredito que é possível que os dons naturais em algumas áreas profissionais uma vez submetidas ao governo do Senhor tem a possibilidade de atingir essa identidade. Exemplo; um doutor não precisa necessariamente largar o consultório para servir o Reino.
Pensem nisso, e que o Senhor revele a todos o querer Dele em vós, e amplie o olhar do universo em nossa volta.

Santo OficioNo ultimo mês de Outubro estivemos na estrada na data do meu aniversário, algo que já ocorre há alguns anos, dada a prioridade que damos às agendas e viagens. Ao comemorar os 25 anos, fiquei pensando sobre um debate ocorrido nas aulas de história medieval e resolvi compartilhar com todos sobre o “provérbis”, acompanhando os textos de reflexões que há pouco tempo iniciamos aqui no blog.

Os católicos chamavam de “santo ofício” o serviço sacerdotal que fora numa época muito intensificado, principalmente nos julgamentos e inquisições do período medieval. Uso o termo em tom de descontração para levar  todos a pensar sobre o ofício que o Criador tem para cada um, e para isso preciso expor também a forma de ver o universo por inteiro que Deus tem nos ensinado, e que é bem expresso no termo cosmovisão Cristã usado e explorado por muitos amigos (veja link e textos dos irmãos de labri ) e outros “brothers” a quem Deus tem revelado esse mistério.

A Palavra afirma que somos todos sacerdotes, assim, não existem os separados para isso como entendiam os monges católicos da época. Me alegra perceber que o Senhor tem formado essa identidade inteira em muitos que mesmo sendo médicos, advogados, políticos ou até ligados a arte, como é o caso do Palavrantiga com a música, sabem exercer esse ofício e levar o Reino a todos.

Poderíamos imaginar, pedindo licença a toda problemática histórica, que talvez os tribunais do “santo” ofício na melhor das intenções, entendendo que o sacerdócio era para poucos e que estes tinham a responsabilidade de manter a ordem e os princípios morais do cristianismo, cometeram equívocos devido à mentalidade dicotômica que os cercava. Essa mentalidade ainda nos envolve e nos limita enganando-nos quanto à nossa identidade sacerdotal. Mas se compreendemos a grandeza e inteireza desse ofício, temos a oportunidade de assumi-lo com muita certeza em Deus e intervir no contexto social, certos do lugar e da identidade que nos foi outorgada, indo por todo mundo e propagando o Reino.

Para exercer nosso ofício é preciso entendê-lo a fim de não cometermos equívocos parecidos. Acredito que dons naturais em áreas profissionais uma vez submetidos ao governo do Senhor têm a possibilidade de servir nessa identidade. Exemplo: um médico não precisa necessariamente largar o consultório para servir integralmente o Reino, nem um jogador de futebol esperar se aposentar para tal.

Pensem nisso, e que o Senhor revele a todos Seu querer e nos amplie o olhar para que em tudo que nos é existência manifestemos o Reino que vem, mas que já está em nós.

Lucas Fonseca

PALAVRANTIGA

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